sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Gestão da Qualidade e Biossegurança

A Coordenação de Biossegurança do LACEN estará participando, em Belo Horizonte, do Curso de Gestão da Qualidade e Biossegurança promovido pela Secretaria de Vigilância e Saúde - SVS do Ministério da Saúde nesta próxima semana.
Em relação à biossegurança será apresentada a proposta de norma sobre Sistema de Gestão de Biossegurança para laboratórios, cuja consulta pública foi publicada no último dia 10 pela SVS.

Curso de Esterilização de Materiais e Preparo de Meios de Cultura

Sucesso absoluto o nosso curso desta semana. Um curso que contou com a experiência profissional da Dra. Maria Aparecida Galvão da FUNED e que facilitou muito a avaliação do processo de trabalho dentro da Divisão de Produção de Meios, Corantes e Reagentes do LACEN pelos funcionários dos setores envolvidos: os clientes e fornecedores internos.
O curso resultou num plano de ação para adequar a área física, o fluxo de produção e os procedimentos a curto, médio e longo prazo, dentro dos requisitos da Portaria 686/98 Boas Práticas de Fabricação e Controle para Produtos Diagnósticos de uso "in vitro".




terça-feira, 7 de outubro de 2008

Controle de qualidade na produção de meios de cultura


Acontece na próxima semana, de 13 a 17 de outubro, o curso Controle de Qualidade nos Processos de Esterilização de Materiais e Preparo de Meios de Cultura, que está sendo promovido pelo LACEN para capacitar e atualizar os técnicos do setor de Produção de Meios de Cultura e setores que utilizam os produtos preparados nesta área de apoio.
A importância deste serviço para o LACEN será abordada pela Dra. Maria Aparecida Galvão, da Fundação Ezequiel Dias -FUNED/MG, que tratará também das ferramentas da Qualidade e Biossegurança, Boas Práticas de Fabricação, da necessidade dos registros, da avaliação dos fornecedores e do controle de qualidade dos meios de cultura preparados e prontos, entre muitos outros assuntos em pauta.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Nos laboratórios como nos hospitais

Em meio à epidemia de infecções por micobactérias nos hospitais, especialistas apontam comportamentos dos profissionais de saúde que aumentam os riscos de contaminações hospitalares.

A higiene das mãos, por exemplo, cuidado mais básico e eficaz para diminuir a incidência do problema, é freqüentemente esquecida no corre-corre das enfermarias.

Falhas na esterilização dos equipamentos e ausência de comissões para controle de infecções nos hospitais - CCIH, uma exigência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, também contribuem para agravar o problema.

A presidente da CCIH do Instituto Central do Hospital das Clínicas de São Paulo diz que os médicos são os profissionais de saúde que mais esquecem de lavar as mãos.

A ausência de infra-estrutura adequada, como pias próximas aos locais de atendimento, também é uma das principais causas responsáveis pelo problema.

Como sabemos, tudo isso se aplica à rotina dos laboratórios, onde os procedimentos de lavar as mãos ao início e término dos trabalhos e a disponibilidade das pias próximas à saída dos laboratórios são de fundamental importância para evitar contaminações.

São as normas básicas de biossegurança.

Fonte: www.estadao.com.br -edição de 26/08/08

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Segundo dia do Curso de Gerenciamento de Resíduos

Ontem, dia 05, encerramos o curso de Gerenciamento de Resíduos, abordando, além da coleta interna, transporte interno, abrigo externo de resíduos e equipamentos de segurança, as etapas de coleta e transporte externos e a disposição final dos resíduos gerados no LACEN.

Falamos, também, sobre o fato de que os dados sobre os resíduos gerados nas cidades podem servir como indicadores da situação econômica e social da população.

Discutimos mesmo a sociedade de consumo e as relações entre o ato de consumir e a sustentabilidade do planeta.

O professor Bertussi insistiu na necessidade de uma atitude de redução do consumo, enfatizando que somente a reciclagem de materiais não resolve o problema ambiental. Informou que a aceleração do consumo tem diminuído drasticamente a vida útil dos aterros sanitários.

O consumo responsável no laboratório de saúde é uma preocupação da Coordenação de Biossegurança do LACEN, que tem incentivado a reciclagem dos resíduos em todos os setores.
O curso que encerramos ontem nos deu um ânimo a mais para atuar nesse sentido, uma vez que constatamos que a nossa maneira de ver a questão ambiental é partilhada por muitos outros colegas.

a enorme área ocupada por um aterro sanitário

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Primeiro dia do Curso de Gerenciamento de Resíduos

Começou hoje o Curso de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde aqui no LACEN. Iniciamos com a classificação dos resíduos segundo a RDC Anvisa nº 306 de 2004. As características de cada grupo foram detalhadas e ilustradas pelo engenheiro sanitarista Luiz Antônio Bertussi, que ministra o curso.
Estão participando também profissionais dos laboratórios regionais de Chapecó, Joinville, São Miguel d'Oeste, Joaçaba, Canoinhas e Blumenau.
Foi muito discutida a segregação de resíduos, não só infectantes, mas também os resíduos comuns com potencial de reciclagem que fazem parte dos resíduos de saúde.
Abaixo postamos algumas imagens do nosso evento.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Reunião da RCLAB

Ontem, na reunião da Rede Catarinense de Laboratórios de Saúde Pública – RCLAB com os representantes dos Laboratórios Regionais, Microrregionais e de Fronteira, aqui no LACEN, falou-se, entre outros assuntos, da necessidade de se implantar nestes laboratórios um programa de biossegurança que atenda as exigências das normas e legislação vigentes para laboratórios de saúde.

A este respeito, o diretor do LACEN, João Daniel, disse, durante a reunião, que fará todos os esforços para suprir as demandas dos laboratórios em termos de equipamentos de segurança e capacitação para os seus recursos humanos.

Informamos, durante a reunião, que o LACEN já havia adquirido contentores para o armazenamento temporário dos resíduos gerados nos laboratórios regionais de Criciúma, Tubarão, Joinville, Chapecó, Joaçaba, São Miguel d’Oeste e Blumenau.

Diferentemente do que informamos então, não são dois, mas três contentores com capacidade de 240 litros para cada laboratório, para a disposição dos resíduos comuns, recicláveis e infectantes.