O curso, ministrado pela COBIO, no dia 28 de janeiro, capacitou 20 funcionários.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Curso de Biossegurança para novos funcionários
Com a chegada de novos profissionais no LACEN, contratados para trabalhar em diversos setores técnicos, nas áreas de Biologia Médica e de Produtos e Meio Ambiente, programamos um curso de curta duração, no mês passado, para orientar os novos contratados em normas e procedimentos de biossegurança.
O curso, ministrado pela COBIO, no dia 28 de janeiro, capacitou 20 funcionários.

O curso, ministrado pela COBIO, no dia 28 de janeiro, capacitou 20 funcionários.
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Saúde Ocupacional
Em dezembro de 2009, a Diretoria de Saúde do Servidor da Secretaria de Estado da Administração encaminhou ofício ao LACEN informando sobre a regulamentação da Lei Estadual 14.609, de janeiro de 2009, através do Decreto 2.709, de 27 de outubro de 2009, que estabelece a necessidade de implementar, no prazo de 180 dias, as ações descritas no Manual de Saúde Ocupacional instituído pelo decreto.
Essa regulamentação é muito importante para os profissionais que desempenham suas atividades nos órgãos estaduais, entre servidores efetivos, admitidos em caráter temporário - ACT, regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT e Comissionados.
Em janeiro, solicitamos a Gerência de Saúde Ocupacional - GESAO que nos informasse o dimensionamento da Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional para o LACEN.
Segundo a GESAO, de acordo com o item 5 do capítulo II do Manual de Saúde Ocupacional, a equipe multiprofissional do LACEN será composta por um Técnico de Segurança do Trabalho, um Psicólogo e um Assistente Social.
Os outros profissionais (Engenheiro de Segurança do Trabalho, Técnico em Enfermagem do Trabalho, Enfermeiro do Trabalho e Médico do Trabalho) da Equipe Multiprofissional deverão estar presentes na Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional mínima centralizada da SES, pois obrigatoriamente deverão realizar os programas contidos no Manual de Saúde Ocupacional.
Agora, é trabalhar para montar a nossa equipe multiprofissional.
Essa regulamentação é muito importante para os profissionais que desempenham suas atividades nos órgãos estaduais, entre servidores efetivos, admitidos em caráter temporário - ACT, regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT e Comissionados.
Em janeiro, solicitamos a Gerência de Saúde Ocupacional - GESAO que nos informasse o dimensionamento da Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional para o LACEN.
Segundo a GESAO, de acordo com o item 5 do capítulo II do Manual de Saúde Ocupacional, a equipe multiprofissional do LACEN será composta por um Técnico de Segurança do Trabalho, um Psicólogo e um Assistente Social.
Os outros profissionais (Engenheiro de Segurança do Trabalho, Técnico em Enfermagem do Trabalho, Enfermeiro do Trabalho e Médico do Trabalho) da Equipe Multiprofissional deverão estar presentes na Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional mínima centralizada da SES, pois obrigatoriamente deverão realizar os programas contidos no Manual de Saúde Ocupacional.
Agora, é trabalhar para montar a nossa equipe multiprofissional.
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Teoria e prática
Está acontecendo esta semana no LACEN o curso teórico e prático sobre o uso de Cabines de Segurança Biológica.
Nos dois últimos dias tivemos a aula teórica abordando procedimentos de biossegurança e as características e funcionamento dos vários tipos de cabines.
As aulas práticas, realizadas utilizando as cabines dos setores de Doenças Tropicais, Virologia, Bacteriologia e Imunologia, simularam as condutas adotadas nas análises feitas pelos profissionais presentes no curso.





Nos dois últimos dias tivemos a aula teórica abordando procedimentos de biossegurança e as características e funcionamento dos vários tipos de cabines.
As aulas práticas, realizadas utilizando as cabines dos setores de Doenças Tropicais, Virologia, Bacteriologia e Imunologia, simularam as condutas adotadas nas análises feitas pelos profissionais presentes no curso.




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quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Teoria e prática para o uso de Cabines de Segurança Biológica
Uma nova edição do Curso Teórico e Prático para o uso de Cabines de Segurança Biológica vai acontecer no LACEN nos próximos dias 16, 17 e 18 de novembro, tendo novamente como instrutor o Dr. José Pascoal Simonetti, Coordenador da Plataforma de Biossegurança NB3 da Fundação Oswaldo Cruz.
O programa é basicamente o mesmo do ano passado, incluindo desta vez a avaliação dos laudos emitidos pelas empresas que fazem a manutenção destes equipamentos*, uma demanda que foi detectada (e atendida) já no primeiro curso.
Parte Teórica
1. Biossegurança em laboratórios de análises e pesquisa
2. Abordagens objetivas sobre regulamentos e leis
3. Equipamentos de proteção individual
4. Condutas e critérios de trabalho
5. Agentes Microbianos e níveis de biossegurança
6. Avaliação de risco
7. Metodologias para descontaminação de superfícies
8. Cabines de Segurança Biológica (CSB)
9. Critérios que devem ser observados na utilização de CSB
10. CLASSES DE CABINES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA (CSB)
11. Cabines de Segurança Biológica Classe I
12. Cabines de Segurança Biológica Classe II
13. Cabines de Segurança Biológica Classe II, Tipo A1
14. Cabines de Segurança Biológica Classe II, Tipo A2
15. Cabines de Segurança Biológica Classe II, Tipo B1
16. Cabines de Segurança Biológica Classe II, Tipo B2
17. Cabines de Segurança Biológica Classe III
18. Descontaminação de CSB
19. Discussão de casos
Parte Prática
1. Critérios de comportamento
2. Postura
3. Limpeza
4. Descontaminação
5. Fumigação: simulação de práticas
6. Organização do trabalho prático no interior das cabines
7. Distribuição de acessórios no interior das cabines
8. Checagem do funcionamento
9. Checagem da eficiência
10. Início dos trabalhos práticos
11. Condutas para a redução do risco
12. Condutas para a redução da contaminação
13. Condutas de trabalhos em NB2
14. Condutas de trabalhos em NB3
15. Utilização de indicadores de segurança e de funcionamento
16. Atividades práticas e metodologias de controle de contaminação
17. Desenvolvimento de práticas laboratoriais: simulação de métodos utilizados
pelos profissionais do laboratório
18. Atividades de manutenção preventiva
*19. Avaliação de laudos de manutenção preventiva e corretiva
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Construção do Mapa de Risco
Como cumprimento de uma das metas da Coordenação de Biossegurança para 2009 - a elaboração do Mapa de Risco para os setores técnicos do LACEN - promovemos em outubro e novembro o curso Identificação e Avaliação de Riscos na Construção do Mapa de Risco, com a participação de 40 dos nossos profissionais de 15 setores diferentes.
Neste curso falamos sobre as abordagens na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, a origem da metodologia do Mapa de Risco e sobre o uso desta metodologia como ferramenta de prevenção de acidentes e minimização de riscos.
Abordamos a legislação do trabalho no que se refere ao Mapa de Risco e passamos para o passo a passo para a construção dos Mapas de cada setor:
• Fluxograma dos serviços;
• Croquis dos ambientes de trabalho;
• Descrição dos equipamentos e instalações por ambiente;
• Descrição das atividades por ambiente: produtos, materiais e resíduos;
• Descrição da equipe de trabalho e das atividades por função;
• Identificação dos riscos;
• Elaboração da tabela resumo;
• Representação gráfica dos riscos: Mapa de Risco.
Podemos dizer com prazer que o curso foi muito bem sucedido, com a elaboração de todos os mapas com base no levantamento minucioso das condições de trabalho em cada setor.
A maneira de elaborar o Mapa de Risco, através de um curso no qual deveria ser desenvolvido um trabalho - a elaboração do mapa propriamente dito -, é coerente com o fundamento da metodologia, que é o da participação dos próprios trabalhadores na sua construção, considerando-se que são eles os mais interessados na proteção da sua saúde e também os mais competentes para opinar sobre as suas próprias condições de trabalho.
Durante o curso deu-se ênfase à questão da avaliação da gravidade dos riscos, considerando sempre a relação entre a probabilidade da ocorrência de um dano e a conseqüência deste dano. Essa abordagem leva a considerar a adoção de procedimentos de biossegurança como um fator de minimização ou eliminação dos riscos.
Parabéns aos colegas que fizeram o curso com tanto empenho.













Neste curso falamos sobre as abordagens na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, a origem da metodologia do Mapa de Risco e sobre o uso desta metodologia como ferramenta de prevenção de acidentes e minimização de riscos.
Abordamos a legislação do trabalho no que se refere ao Mapa de Risco e passamos para o passo a passo para a construção dos Mapas de cada setor:
• Fluxograma dos serviços;
• Croquis dos ambientes de trabalho;
• Descrição dos equipamentos e instalações por ambiente;
• Descrição das atividades por ambiente: produtos, materiais e resíduos;
• Descrição da equipe de trabalho e das atividades por função;
• Identificação dos riscos;
• Elaboração da tabela resumo;
• Representação gráfica dos riscos: Mapa de Risco.
Podemos dizer com prazer que o curso foi muito bem sucedido, com a elaboração de todos os mapas com base no levantamento minucioso das condições de trabalho em cada setor.
A maneira de elaborar o Mapa de Risco, através de um curso no qual deveria ser desenvolvido um trabalho - a elaboração do mapa propriamente dito -, é coerente com o fundamento da metodologia, que é o da participação dos próprios trabalhadores na sua construção, considerando-se que são eles os mais interessados na proteção da sua saúde e também os mais competentes para opinar sobre as suas próprias condições de trabalho.
Durante o curso deu-se ênfase à questão da avaliação da gravidade dos riscos, considerando sempre a relação entre a probabilidade da ocorrência de um dano e a conseqüência deste dano. Essa abordagem leva a considerar a adoção de procedimentos de biossegurança como um fator de minimização ou eliminação dos riscos.
Parabéns aos colegas que fizeram o curso com tanto empenho.
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Novas orientações do CDC para o trabalho com o vírus da Gripe A
O CDC (Centers for Disease Control and Prevention) publicou no dia 15 de agosto último orientações de biossegurança em caráter provisório para todos os indivíduos que manuseiam amostras clínicas contendo o vírus H1N1 da Influenza A - incluindo técnicas de isolamento do vírus - e cepas vacinais
As recomendações estão sujeitas à revisão conforme novas informações estejam disponíveis.
Estas orientações se aplicam a todos os indivíduos que realizem diagnóstico e atividades de pesquisa, como testes rápidos para diagnóstico relacionados com o vírus H1 N1 da Gripe A, incluindo cepas vacinais.
O documento de orientação atualizado recomenda o seguinte:
1) para aqueles que realizam testes rápidos para influenza, é necessário o uso de proteção contra respingos;
2) para aqueles que realizam procedimentos mais complexos (por exemplo, testes de imunofluorescência direta ou indireta - IFD, IFI, culturas, ensaios moleculares), é necessária uma cabine de segurança biológica Classe II em laboratório de nível de biossegurança 2.
Práticas de nível de biossegurança 3 não são mais necessárias para isolamento viral.
As orientações são compatíveis com as recomendações encontradas na 5ª edição da publicação Biossegurança em Laboratórios Biomédicos e de Microbiologia, disponível (em inglês) no site do CDC http://www.cdc.gov/h1n1fl/guidelines_labworkers.htm.
Outras informações de interesse em relação ao trabalho com o vírus H1N1 da Gripe A são encontradas no mesmo site.
As recomendações estão sujeitas à revisão conforme novas informações estejam disponíveis.
Estas orientações se aplicam a todos os indivíduos que realizem diagnóstico e atividades de pesquisa, como testes rápidos para diagnóstico relacionados com o vírus H1 N1 da Gripe A, incluindo cepas vacinais.
O documento de orientação atualizado recomenda o seguinte:
1) para aqueles que realizam testes rápidos para influenza, é necessário o uso de proteção contra respingos;
2) para aqueles que realizam procedimentos mais complexos (por exemplo, testes de imunofluorescência direta ou indireta - IFD, IFI, culturas, ensaios moleculares), é necessária uma cabine de segurança biológica Classe II em laboratório de nível de biossegurança 2.
Práticas de nível de biossegurança 3 não são mais necessárias para isolamento viral.
As orientações são compatíveis com as recomendações encontradas na 5ª edição da publicação Biossegurança em Laboratórios Biomédicos e de Microbiologia, disponível (em inglês) no site do CDC http://www.cdc.gov/h1n1fl/guidelines_labworkers.htm.
Outras informações de interesse em relação ao trabalho com o vírus H1N1 da Gripe A são encontradas no mesmo site.
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terça-feira, 18 de agosto de 2009
Biossegurança e Gripe A
Procurando orientar os funcionários do LACEN para o manuseio de amostras suspeitas de gripe A, principalmente quem faz a triagem destas amostras e encaminha para análise em outros setores do LACEN, a COBIO promoveu ontem uma palestra com a enfermeira Ida Zoz de Souza, especialista em controle de infecção da Superintendência de Vigilância em Saúde, sobre os riscos de contaminação por agentes biológicos nos serviços de saúde,as vias de transmissão do vírus H1N1, e sobre os procedimentos de biossegurança, reforçando a necessidade de utilização dos equipamentos de proteção individual (EPI) no manuseio das amostras suspeitas de gripe A e de outras amostras biológicas, e enfatizando a importância do uso correto de máscaras de proteção respiratória, da utilização de luvas e óculos de proteção, além de guarda-pós e sapatos fechados.
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